quinta-feira, 5 de dezembro de 2019



O viajor e a Fé


— “Donde vens, viajor triste e cansado?”

— “Venho da terra estéril da ilusão.”

— “Que trazes?”

— “A miséria do pecado,
De alma ferida e morto o coração.

Ah! quem me dera a bênção da esperança,
 Quem me dera consolo à desventura!”

Mas a fé generosa, humilde e mansa,
Deu-lhe o braço e falou-lhe com doçura:

— “Vem ao Mestre que ampara os pobrezinhos,
Que esclarece e conforta os sofredores!...
Pois com o mundo uma flor tem mil espinhos,
Mas com Jesus um espinho tem mil flores!”

Cármen Cinira

Francisco Cândido Xavier e integrante do livro Parnaso de Além Túmulo.


domingo, 3 de novembro de 2019


Poesia

Literatura de cordel – de Rodolfo Coelho Cavalcante

DIVINDADE

Não adianta o orgulho,
O egoísmo, a vaidade.
O dinheiro, a opulência.
O abuso de autoridade.
Morre o bom, morre o ruim,
Tudo na Terra tem fim
É a Lei da Divindade!

Morre a arvore mais frondosa,
Morre o rio, morre o outeiro,
Morre a mulher que é bonita,
Morre o homem do dinheiro.
Morre quem faz tirania,
Só não morre a poesia
Dada por Deus verdadeiro!

quinta-feira, 31 de outubro de 2019


Poesia do Além


Sombra e Luz

Vem a noite, volta o dia,

Cresce o broto, nasce a flor,

Vai a dor, surge a alegria

Dourando a manhã do Amor.

Assim, depois da amargura

Que a vida terrena traz,

A alma encontra na Altura

A luz, a ventura e a paz.


Casimiro Cunha

quarta-feira, 16 de outubro de 2019


Tela do Mundo
Maria Dolores

A Terra esbanja beleza,
Na cúpula dos países,
Fulguram povos felizes,
Riquezas em profusão...
A Natureza soberba,
Guarda tesouros na selva,
Flores enfeitam a relva,
Veludo que adorna o chão.


Das cidades opulentas,
Voam naves poderosas,
Surgem torres luminosas,
Brasões, legendas, troféus...
A inteligência se alteia,
Abrindo escolas e estradas,
Há mansões dependuras,
Na luz dos arranha-céus!...


Mas à frente do esplendor
Em que o rumo se descobre
Surge o mundo magro e pobre,
Dos que vivem de esperar...
Tristes mães rogam auxílio
Em dolorosas andanças,
Para mirradas crianças
Que se agitam sem lugar!...


Irmãos despontam na praça,
Sob o fascínio do furto,
Avançam em passo curto
De empórios retiram pães;
Moços fortes ao prendê-los
Prometem pancadaria,
Há tumulto e gritaria
Em meio ao choro das mães.




Registro vozes diversas...
De quem são? Ouço gemidos,
É a multidão dos vencidos
Que mal conhece onde vai...
Junto a um posto de assistência,
Formando enorme fileira...
Aguarda-se a noite inteira,
O raro apoio que sai...


O progresso exalta o mundo...
E no porão da grandeza,
Há pranto, angústia, tristeza,
Embates de chaga e dor!...
Só Jesus, vencendo as sombras,
Ergue a luz da Caridade,
Conduzindo a Humanidade
Para a vitória do Amor.



Troféus
Jésus Gonçalves

De tudo o que anoto, a fundo,
Nos troféus da Humanidade,
A luz maior que há no mundo,
Vem do Sol da Caridade.


- Do livro ESTRADAS E DESTINOS

terça-feira, 15 de outubro de 2019



Humildade: Honrar a Verdade

A Ordem Maçônica carrega em seus princípios verdadeiros tesouros de valores imensuráveis, na verdade, lenitivos suficientes para promover a luta contra as imperfeições da pedra bruta, e, alçar voos para o trabalho da pedra polida em direção às perfeições da alma. Essas orientações sublimes são mostradas aos Maçons, que com seu livre arbítrio, sua determinação promova a sua caminhada ao mais alto degrau de evolução.

Confunde-se grau e/ou cargo adquiridos ou impostos, acrescidos de vaidade, orgulho e ambição, que devem alimentar o egocentrismo e sentir-se superior aos seus pares, como a condecoração material mais perfeita que um materialista pode almejar.

Ledo engano! O mais alto pedestal que pode almejar um maçom é: humildade.

A poetisa Maria Dolores em um de seus poemas elucida:

“O progresso exalta o mundo...
E no porão da grandeza,
Há pranto, angústia, tristeza,
Embates de chaga e dor!...
Só Jesus, vencendo as sombras,
Ergue a luz da Caridade,
Conduzindo a Humanidade
Para a vitória do Amor.”

O Divino Mestre quando há mais de 2.000 anos passou pela Terra, foi claro de que a vaidade e outras qualificações são apanágios dos tolos, dos incautos e dos perjúrios, onde se comprazem na pusilanimidade do materialismo que os distanciam do bom, do belo e do justo.

O tempo urge, o GADU clama a todos, pedindo nossa transformação pelo Amor, pela Caridade e pelo bem feito desinteressadamente. Chegamos muitas vezes a pensar que a nossa consciência está obnubilada, momentaneamente, pela ilusão do materialismo.

Somos Maçons, nós temos responsabilidades pelos que sofrem, pelos injustiçados, pelos órfãos, pelas viúvas, enfim, onde a dor fizer morada, devemos nos aproximar, encontrar solução para afastar o infortúnio.O sofrimento de qualquer ser humano é nosso sofrimento, caso contrário, seremos esquizofrênicos, pois, não nos sensibilizamos com o sofrimento alheio.

Aparência não é sinônimo de Maçom, aparentar ser bom, ser cargo, contudo, no dia a dia, seus atos denotam a pobreza espiritual: aprendemos a acreditar não naquilo que um irmão fala, mas, naquilo que o irmão faz, nos seus atos, na maneira como trata sua família, seus subordinados, seus amigos, seus desafetos, pois, atitudes sensatas e equilibradas representam mais do que palavras soltas de conhecimentos, mas sem amor.

Certa feita, recebemos em nossa Instituição filantrópica um Pastor Evangélico a ministrar uma aula prática aos novos Pastores que iriam concluir o curso, quando em sua fala, assim disse: “Atender bem a um superior seu, representa um ato de obediência; atender bem a alguém no mesmo nível de hierarquia, representa um ato de respeito; contudo, atender bem a alguém mais fragilizado e/ou empobrecido, que nada pode me oferecer em troca, isso representa um ato de humildade.” 

A Ordem Maçônica nos adverte, diuturnamente - existe uma Lei Divina chamando-nos a prestar contas de nossas atitudes, nossos pensamentos, qual caminho estamos percorrendo. Todos os instantes somos chamados à responsabilidade, tenho condições de permanecer a fugir os desmandos que cometo? Até quando continuarei enganando a mim mesmo. Da Lei do GADU, ninguém foge, como dizem: “O corcunda para onde vai, leva a corcunda.”

Estamos matriculados numa sublime Escola, chamada Maçonaria, sejamos dignos dos seus ensinamentos. A estrada da vida é reta, não permite atalhos, conchavos e hipocrisia. O verdadeiro Maçom é fácil de identificar: é simples, humilde e serve a todos sem pensar em recompensa. Quando questionamos a um maçom o que se faz em sua Loja Maçônica? Ele prontamente responde: - Levantam-se templos à virtude e cavam-se masmorras aos vícios.  Esse, sim, o verdadeiro legado ou código do maçom, contudo, não devemos amaldiçoar e/ou maldizer o maçom equivocado, pois, não somos juízes. Da Lei Divina, ninguém foge.

A mão do GADU alcança a todos, e, em todas as épocas. Tivemos equívocos, é só examinar a História, desde a Ordem dos Templários (1118-1312), com Inácio de Loyola, passando pelos Maçons na Queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789, com Joseph Fouché, embora esse maçom fosse sinônimo de abrir mão de qualquer caráter, ou convicção a pretexto de ser leal ao mais forte, mais poderoso e mais rico em bens materiais e poder. Nos dias atuais, temos essas perigosas semelhanças de desvios de conduta, em pouquíssimos maçons, mesmo tento visto a Luz, preferem as trevas da ignorância, para permanecerem equivocados em alimentar o egoísmo, o orgulho e a vaidade.

A alma do verdadeiro Maçom não se compra com metais, nem com cargos, pois a honra não é moeda de comércio. O Maçom se curva às virtudes e bondade.

O momento é de Amar e servir, como verdadeiros filhos da Luz.

Saúde e paz sempre!

Wssf
Loja Maçônica Calixto Nóbrega nº 15
14.10.2019 - Oriente de Sousa – Paraíba.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

CURIOSIDADES MAÇÔNICAS



O verdadeiro maçom não precisa dizer que é maçom, aonde quer que ele esteja será reconhecido como tal.


Disseram-me um dia, como a muitos outros também deve ter sido dito em algum momento da caminhada na vida maçônica, que dom Pedro, numa mesma data teria sido iniciado, elevado, exaltado e conduzido ao Grão-Mestrado da Maçonaria no Brasil, e que teria adotado o nome simbólico de Guatimozim, em homenagem ao último Imperador asteca do México que resistiu em 1522 ao conquistador espanhol Cortez.

O relato histórico das reminiscências desmistifica os “ditos” para conduzir ao real entendimento que dom Pedro de Alcântara, iniciado em 02 de agosto de 1822, só foi guindado ao cargo de Grão-Mestre em 04 de outubro de 1822, e confirma que o então Príncipe Regente foi iniciado na Maçonaria com os rigores ritualísticos, adotou o nome de Guatimozim e que não ordenou o “fechamento” da Ordem Maçônica.

Fica aqui o nosso primeiro registro curioso. O nome Guatimozim, entrementes, era o nome histórico adotado por Martim Francisco Ribeiro de Andrade, irmão carnal e maçônico de José Bonifácio, e que perfilava ao lado de Falkland [Antônio Carlos Ribeiro de Andrade], Tibiriçá [José Bonifácio de Andrade e Silva], Caramuru [Antônio Telles da Silva], Aristides [Caetano Pinto de Miranda Montenegro] e Claudiano [Frei Sampaio – Francisco de Santa Tereza de Jesus Sampaio] nas alas maçônicas e registros do Apostolado e da Nobre Ordem dos Cavaleiros da Santa Cruz. Ademais, no Recife existia uma Loja Maçônica denominada Guatimosin, fundada em 1816 e que em 1821 mudou o seu nome para “Loja 6 de Marco de 1817”, em homenagem aos maçons sacrificados na gloriosa Revolução Pernambucana de 1817.

A historiagrafia maçônica, contudo, passa ao largo da preferência de dom Pedro pelo nome heróico de Guatimozim.

Outro registro nos remete ao restabelecimento dos trabalhos maçônicos na forma ordenada por dom Pedro I. E estes, contudo, não foram reencetados, haja vista que a 02 de novembro de 1822, José Bonifácio determinou uma devassa contra os maçons do “Grupo do Ledo”, no episódio que ficou conhecido como “Bonifácia”.

As razões ainda são pouco claras, ao que tudo indica o fato de dom Pedro ter sido aclamado Grão-Mestre numa sessão presidida por Joaquim Gonçalves Ledo foi interpretado como um golpe maçônico ao “Grupo do Bonifácio”, e os ânimos entre os grupos [azul e vermelho] que se mostravam em acirramento crescente desde o episódio que resultou em repreensão ao Frei Francisco Sampaio [Pílades] mostravam-se mais radicalizados com a eleição de dom Pedro para o cargo de Grão-Mestre em substituição a José Bonifácio. 

Devemos dizer que José Bonifácio efetivamente não compareceu a sessão em que dom Pedro tomou posse no cargo de Grão-Mestre, como de resto, não compareceu a nenhuma sessão importante e até mesmo foi colocado no cargo sem ser consultado, mas não foi totalmente tirado da diretoria, porque ainda era ministro de dom Pedro e continuava a exercer o cargo de Grão-Mestre Adjunto e Lugar-Tenente de dom Pedro no Apostolado.

O clima realmente esquentou quando o “Grupo do Ledo” tentou impor a dom Pedro, por ocasião da sua aclamação a Imperador do Brasil, em 12 de outubro de 1822, um juramento prévio da Constituição que seria elaborada pela Assembléia Geral Constituinte e Legislativa convocada pela circular de 17 de setembro de 1822. Tal fato desagradou profundamente ao “Grupo do Bonifácio” e ao próprio dom Pedro I, daí a interrupção dos trabalhos ordenada por este, para as “averiguações” procedimentais, na forma narrada nas reminiscências.

A abertura da “devassa” ordenada por José Bonifácio, dois dias depois da autorização emanada do Imperador e Grão-Mestre para o recomeço das atividades maçônicas, ocorreu depois que os Andradas [José Bonifácio e Martim Francisco] colocaram seus cargos de ministros à disposição do Imperador.

Tão logo a notícia tornou-se conhecida no meio maçônico, iniciou-se um movimento no sentido de fazer o Imperador reintegrar os Andradas, o que acabo acontecendo. Reintegrados e fortalecidos pelas manifestações favoráveis, José Bonifácio desencadeou violenta repressão aos maçons identificados com a liderança de Joaquim Gonçalves Ledo e esse conjunto de fatos ficou conhecido como “Bonifácia”.

O devassado Joaquim Gonçalves Ledo fugiu para a Argentina com o auxílio do Cônsul da Suécia. José Clemente Pereira foi preso e depois deportado [30 de dezembro de 1822] para Havre, na França, em companhia de Januário da Cunha Barbosa, e posteriormente, os dois foram para Londres.

Outros maçons foram presos e depois libertados, as lojas encerraram seus trabalhos e o Grande Oriente do Brasil fechado, deixando os maçons em pavorosa. Com a cissura, o fechamento do Grande Oriente do Brasil e sem oposição, os anti-maçons recrudesceram em campanhas, fazendo com que a Maçonaria aparecesse como inimiga do Imperador e do Trono, constituindo uma memória da Independência cada vez mais distante dos maçons e da Maçonaria. E a única voz que se ouvia bradar na imprensa era a do brigadeiro e maçom Domingos Alves Branco Moniz Barreto [Sólon] em seu jornal “Despertador Constitucional”.

O que se registra no meio maçônico, contudo, e em que pese o fechamento do Grande Oriente do Brasil, é que muitos maçons continuaram a se reunir às escondidas enquanto as lojas cerraram suas portas, atas e documentos maçônicos eram destruídos por todo o Brasil, à exceção de Pernambuco, onde as lojas funcionavam e os maçons se reuniam em oposição às determinações do Rio de Janeiro, e até conduziram os preparativos do movimento que ficou conhecido como Confederação do Equador – um dos momentos marcantes dos tempos de ouro da maçonaria pernambucana. Mas este é um relato para outra oportunidade.

Outra curiosidade marcante fica por conta de dois fatos. O primeiro, dom Pedro em 20 de julho de 1822, portanto, doze dias antes de ser iniciado, enviou um bilhete a José Bonifácio no qual tratava da Província da Bahia, convulsionada e resistente à Regência do Rio de Janeiro.

Anote os termos maçônicos usados. Dizia o Príncipe Regente: “O Pequeno Ocidente toma a ousadia de fazer presente ao Grande Oriente, duas cartas da Bahia e alguns papéis periódicos da mesma terra há pouco vindas. Terra a quem o Supremo Arquiteto do Universo tão pouco propício tem sido. É o que se oferece por ora a remeter a este que em breve espera ser seu súdito e Iº” [Arquivo da Casa Imperial do Brasil. Cartas (2) de D. Pedro a José Bonifácio. São Paulo, 20/07/1822 e 01/09/1822, II-POB-20.07.1822 – PI.B – c. 1-2, citado por Barata, ob. cit. p. 233], numa patente demonstração que os termos maçônicos não lhe eram desconhecidos e que esperava ser iniciado em nossa Ordem.

Outro fato singular refere-se a possibilidade do Príncipe Regente dom Pedro pertencer ao Apostolado da Nobre Ordem dos Cavaleiros da Santa Cruz, sociedade secreta de fins maçônicos fundada em 2 de junho de 1822 por José Bonifácio.

O atesto é feito por Castellani ao citar Rio Branco em nota à “História da Independência do Brasil” de Vernhagem: “D. Pedro já pertencia, como ficou dito, a uma sociedade secreta, a Nobre ordem dos Cavaleiros de Santa Cruz, denominada Apostolado. Pelo livro das atas que S. M. o Sr. D. Pedro II possui, e figurou na Exposição de História do Brasil [no 6.986], sabe-se hoje que essa sociedade fundada por José Bonifácio, começou a funcionar em 2 de junho. D. Pedro era, com o título de arconte-rei, o chefe do Apostolado, sendo José Bonifácio seu lugar-tenente.

Pelo livro do juramento, também exposto em 1881, ficou patente que Gonçalves Ledo e Nóbrega, também pertenciam ao Apostolado” [Castellani, in História do Grande Oriente do Brasil, p. 70]. O Nóbrega referido poderia ser os maçons Francisco Luiz Pereira da Nóbrega ou Luiz Pereira da Nóbrega de Sousa Coutinho.

"LOUVADA SEJA A MAÇONARIA QUE NOS FEZ IRMÃOS"

GRUPO MAÇÔNICO ORVALHO DO HERMON

domingo, 13 de outubro de 2019


Omissão


Asseveras não haver praticado o mal; contudo, reflete no bem que deixaste a distância.

Não permitas que a omissão se erija em teu caminho, por chaga irremediável.

Imagina-te à frente do amigo necessitado a quem podes favorecer.

Não te detenhas a examinar processos de auxílio.

É possível que amanhã não mais consigas vê-lo com os olhos da própria carne.

Supõe-te ao pé do companheiro sofredor, a quem desejas aliviar.

Não demores o socorro preciso.

É provável que o abraço de hoje seja o início de longo adeus.

Não adies o perdão, nem atrases a caridade.

Abençoa, de imediato, os que te firam com o rebenque da injúria, e ampara, sem condições, os que te comungam a experiência.

Se teus pais, fatigados de luta, são agora problemas em teu caminho, apóia-os com mais ternura.

Se teus filhos, intoxicados de ilusão, te impõem dores amargas, bendize-lhes a presença.

Se o trabalho espera por tuas mãos, arranja tempo para fazê-lo..

Se a concórdia te pede cooperação, não retardes o atendimento.

Não percas a divina oportunidade de estender a alegria.

Tudo o que enxergas, entre os homens, usando a visão física, é moldura passageira de almas e forças em movimento.

Faze, em cada minuto, o melhor que puderes.

Seja qual for a dificuldade, não desertes do amor que todos devemos uns aos outros. E se recebes, em troca, pedra e ódio, vinagre e fel, sorri e auxilia sempre, porque é possível estejas ainda hoje, na Terra, diante dos outros, ou os outros diante de ti pela última vez.

Emmanuel, Justiça Divina.