domingo, 15 de outubro de 2017


Para refletir
 
 
VIGIAI E ORAI
 
"O cristão é chamado a servir em toda parte.
Na casa do sofrimento, ministrará con­solação.
Na furna da ignorância, fará esclareci­mento.
No castelo do prazer, ensinará a mode­ração.
No despenhadeiro do crime, sustará quedas.
No carro do abuso, exemplificará so­briedade.
Na toca das trevas, acenderá luz.
No nevoeiro do desalento, abrirá por­tas ao bom ânimo.
No inferno do ódio, multiplicará bênçãos de amor.
Na praça da maldade, dispensará o bem.
No palácio da justiça, colocar-se-á no lugar do réu, a fim de examinar os erros dos outros.
Em todos os ângulos do caminho, en­contraremos sugestões do Senhor, desafian­do-nos a servir."


-  André Luiz
 
 
 
"Quem fala sem pensar, cria problemas...
Não prometa
se não puder cumprir.
Não ofenda
se não quiser ser odiado.
Não minta
se não quiser ser desmoralizado.
Não dê opinião
se não tiver certeza.
Não critique
se não for para ajudar.
Falar sem responsabilidade é cavar buracos no caminho por onde se vai passar."


-
Francisco Jr.
 
"NÃO tenha medo!
Medo de quê?
Nossa vida é eterna, nosso eu, que é nossa alma, não morre nunca.
A vida continua eternamente.
Procure sentir Deus palpitando dentro de si, na vida que pulsa em seu coração, nos pensamentos que povoam seu cérebro.
Não tenha medo, porque Deus está permanentemente dentro de você.
Siga seu caminho confiante e sereno, e descobrirá Deus em tudo."


- C. Torres Pastorino
 
 
 
"Não se prenda à beleza das formas efêmeras. A flor passa breve.

Não amontoe preciosidades que pesem na balança do mundo. As correntes de ouro prendem tanto quanto as algemas de bronze.

Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância. Incitatus, o cavalo de Calígula, podia comer num balde enfeitado de pérolas, mas não deixava, por isso, de ser um cavalo.

Não alimente a avidez da posse. A casa dos numismatas vive repleta de moedas que servirão a milhões e cujos donos desapareceram.

Não acredite no elogio que empresta a você qualidades imaginárias. Vespas cruéis por vezes se escondem no cálice do lírio.

Não se aflija pela aquisição de vantagens imediatas na experiência terrestre. Os museus permanecem abarrotados de mantos de reis e outros "cadáveres de vantagens mortas".

"


- André Luiz

sábado, 14 de outubro de 2017


Aproveite o Ensejo

André Luiz

 

Não é o companheiro dócil que exige a sua compreensão fraternal mais imediata, É aquele que ainda luta por domar a ferocidade da ira, dentro do próprio peito.

Não é o irmão cheio de entendimento evangélico que reclama suas atenções inadiáveis.

É aquele que ainda não conseguiu eliminar a víbora da malícia do campo do coração.

Não é o amigo que marcha em paz, na senda do bem, quem solicita seu cuidado insistente. É aquele que se perdeu no cipoal da discórdia e da incompreensão, sem forças para tornar ao caminho reto.

Não é a criatura que respire no trabalho normal que requisita socorro urgente. É aquela que não teve suficiente recurso para vencer as circunstâncias constrangedoras da experiência humana e se precipitou na zona escura do desequilíbrio.

É muito provável que, por enquanto, seja plenamente dispensável a sua cooperação no paraíso. É indiscutível, porém, a realidade de que, no momento, o seu lugar de servir e aprender, ajudar e amar, é na Terra mesmo.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

 

Do Fim dos Templários ao Começo da Maçonaria


Ordem dos Cavaleiros Templários, neste capítulo, falaremos sobre o que ocorreu após a condenação dos Cavaleiros na França e a dissolução oficial da Ordem, jogando os Templários na obscuridade e forçando a criançao de uma Sociedade Secreta destinada a proteger os cavaleiros da perseguição da Igreja.
Se você começou a ler esta série de posts agora, eu recomendo que leia antes os artigos sobre a
Primeira Cruzada, sobre a Segunda e Terceira, sobre a Quarta Cruzada e os Cátaros, sobre a Quinta, Sexta e Sétima Cruzada pelo ponto de vista Templário e finalmente, a morte de Jacques de Molay.

O ano de 1307 viu o começo da perseguição aos Cavaleiros. Apesar de possuir um exército com cerca de 15 mil homens, Jacques Demolay havia ido a França para o funeral de uma Princesa da casa Real Francesa e havia levado consigo poucos homens, sendo esses todos nobres. Na madrugada de 13 de outubro (uma sexta-feira, de onde se originou a história de sexta-feira 13 ser um dia infame) Jacques DeMolay, juntamente a seus amigos, foram capturados e lançados nas masmorras pelo chefe real Guilherme de Nogaret.
A partir de então, todas as posses dos Templários foram sendo confiscadas pelo tesouro francês, enquanto os castelos, propriedades e armas fora da França foram anexados aos Cavaleiros Hospitalários. A partir de 1307, os Templários estavam oficialmente extintos, com aviso para serem capturados e julgados (e condenados) se forem vistos. Seria o fim da Ordem?
Os Caminhos Templários
Com a Ordem desmoronando, os segredos iniciáticos guardados pelos Templários tiveram de cair na clandestinidade, sendo divididos de maneira mais ou menos caótica, de acordo com as oportunidades e possibilidades que cada grupo em cada país conseguiu encontrar. Os quatro caminhos mais conhecidos desta transmissão de conhecimentos foram:
1) A criação da Ordem dos “Cavaleiros de Cristo” em Portugal e suas ramificações na Espanha. Esta Ordem nos é muito importante porque dela surgirão a Escola de Sagre e, consequentemente, o “descobrimento” do Brasil pelo Grão Mestre Cabral, em 1500.
2) Havia um grupo de templários liderados por Pierre D´Aumont, sucessor não oficial de Jacques deMolay, que deu origem ao Rito da Estrita Observância, na Alemanha e Escandinávia, e mais tarde ainda daria origem ao Rito escocês Retificado a às Ordens Martinistas.
3) Na França, os cavaleiros passaram a ser liderados por Jean Mare Larmenius (este documento de transição está guardado no Mark Mason´s Hall, em Londres) e
4) Na Escócia, a fundação da Ordem Real da Escócia e da proteção aos Templários foragidos por meio das Guildas de Maçons e construtores escoceses, especialmente em Bath, Bristol e York. A rota escocesa está associada a Robert de Bruce (aquele do filme Coração Valente) e coloca a Família St. Clair e a Capela de Rosslyn como figuras centrais da Maçonaria Templária.
A batalha de BannockBurn
A Batalha de Bannockburn (23-24 de junho de 1314) foi travada entre forças da Inglaterra e da Escócia, resultando em vitória significativa para esta última, no âmbito das Guerras de Independência Escocesa. Todos os relatos e lendas contam que os escoceses haviam sido auxiliados por poderosos e treinados guerreiros, que mudaram o curso da batalha e os auxiliaram a derrotar as forças inglesas. Estes guerreiros possuíam a pele queimada de sol e longas barbas, em contraste gritante aos branquelos escoceces.
O exército inglês, de cerca de 25 000 homens, comandado por Eduardo II da Inglaterra, foi interceptado no vau de Bannockburn (riacho Bannock Burn, afluente do rio Forth) por um contingente escocês de cerca de 9000 soldados, sob o comando de Robert Bruce. Aos primeiros embates do dia 23, relativamente modestos, seguiu-se um grande confronto no dia seguinte. O resultado pode ser atribuído à desastrada disposição das forças inglesas, entre dois riachos e em solo pantanoso. Eduardo II retirou-se do campo e fugiu de volta à Inglaterra.

A vitória escocesa foi completa e, embora o reconhecimento inglês da independência da Escócia ainda tardasse mais de 10 anos (1328), ajudou Robert Bruce a restabelecer um Estado soberano escocês.
Depois de 1318, todos os grandes proprietários escoceses tiveram que decidir quais propriedades manteriam e jurar fidelidade ao rei apropriado – se quisessem ter suas terras escocesas, teriam que abandonar as propriedades na Inglaterra – ou o contrário. Nesse ano o Parlamento escocês passou um decreto segundo o qual se o rei morresse sem filhos, seu neto Robert Stewart seria seu sucessor – mas nasceu-lhe um outro filho, David II Bruce, em 1324.
A “Declaração de Arbroath” em 1320, reafirmação da independência da Escócia composta por seu chanceler Bernard de Linton, e uma missão a Avignon, persuadiram afinal o papa João XXII a reconhecê-lo como o rei da Escócia em 1322. A declaração é conhecida também como a primeira carta de direito de uma nação, tendo inspirado a Revolução Francesa (guarde bem esta correlação, ela aparecerá mais vezes!).
Pierre D´Aumont
A história francesa associada com as Terras altas e Aberdeen, que retrata a fundação da abadia de St. George, conta que o Grão mestre Templário de auvergne, Pierre D´Aumont, fugiu para a escócia em 1307, acompanhado por 2 comandantes e 5 marechais de campo, atracando na Ilha de Mull, onde se disfarçaram de maçons operativos na Guilda de Mull. Como o disfarce local dependia do fato de serem vistos como construtores, eles se denominaram “Maçons-livres” e adaptaram seus rituais templários para fazer uso simbólico das ferramentas de um ofício de maçom. Em outras partes da Europa, cavaleiros acabaram se mesclando aos lenhadores franceses e carvoeiros italianos, dando origem à mui respeitosa Ordem da Carbonária, onde os bons primos se reúnem.
Os templários ingleses se mudaram para Aberdeen em 1361, e dali a Guilda de “construtores” se espalhou pela Europa. Antes da perseguição francesa, os Templários já tinham grande contato com os artesões e construtores, que os acompanhavam em suas jornadas com a função de construir templos, barracos e fortalezas por onde se estabelecessem. A correlação entre os monges guerreiros e os construtores de abadias já vinha de longa data. Como a perseguição católica se estendeu apenas para os guerreiros, deixando os construtores com a opção de continuarem seus trabalhos, uma maneira simples que os Templários encontraram foi a de, com a ajuda de seus antigos artesões serventes, mesclarem-se a estes novos “pedreiros-livres” (livres porque a partir de 1314 não estavam mais subordinados a nenhuma ordem militar/religiosa).
É importante frisar que, como o rei Inglês Edward II estava negociando com a Igreja por conta de seu casamento com Isabel (da França), ele foi obrigado a aceitar a bula papal que condenava os Templários, mas fez corpo mole por tempo suficiente para que os cavaleiros pudessem desaparecer no anonimato. Em 1309, uma comissão católica chegou à Londres e insistiu para que os Templários fossem presos, levando-os a julgamento. Existem documentos censurando os xerifes de York por terem deixado os templários “vagando por toda a área”
1319 e a Ordem de Cristo
Nos séculos XII e XIII, a Ordem dos Templários ajudou os portugueses nas batalhas contra os muçulmanos, recebendo como recompensa extensos domínios e poder político. Os castelos, igrejas e povoados prosperaram sob a sua proteção. Em 1314, o papa Clemente V de origem francesa e Felipe IV de França, tentaram destruir completamente esta rica e poderosa ordem (assassínios, absorção de bens, atrocidades, que levariam Fernando Pessoa a afirmar a luta contínua contra a Tirania, a Ignorância e o Fanatismo, segundo ele, os três assassinos de Jacques de Molay, Grão Mestre da Ordem), tendo Dom Dinis logrado transferir para a Ordem de Cristo as propriedades e privilégios dos Templários.
A Ordem de Cristo foi assim criada em Portugal como Ordo Militiae Jesu Christo pela bula Ad ae exquibus de 15 de março de 1319 pelo papa João XXII, sendo rei D. Dinis, pouco depois da extinção da Ordem do Templo. Tratava-se de refundar a Ordem do Templo que anterior bula papal de Clemente V havia condenado à extinção.
Em Portugal, os bens dos Templários ficaram reservados por iniciativa do rei, transitando para a coroa entre 1309 e 1310, enquanto decorria o processo, não sem que o monarca rejeitasse o administrador nomeado por Clemente V – Estêvão de Lisboa. Esses mesmos bens passaram para a nova congregação em 26 de novembro de 1319, com exceção aos reis de Castela e Leão, Aragão e Portugal, que se juntaram para contrariar a execução da medida que ordenava a transferência para a Ordem Hospitalária.
A nova Ordem surgia, assim como uma reforma dos Templários “para Francês ver”. Tudo mudou, para ficar mais ou menos na mesma. O hábito era o mesmo, a insígnia também, com uma ligeira alteração, e os bens, transmitidos pelo monarca, correspondiam aos bens templários.
Jean Mare Larmenius
A tradição Francesa diz que Jacques deMolay, em 1313, ainda na prisão, estava determinado a continuar a Ordem de maneira secreta, e transferiu todo o seu poder e autoridade para Johannes Marcus Larmenicus como sucessor. larmenicus, quando ficou velho, redigiu uma carta de transmissão de poderes a Theobaldus e depois disso, cada Grão-Mestre anexou sua aceitação ao documento original, chegando até 1804 com o Grão mestre Bernard Raymond. Este documento decora a Sala do Conselho do Mark Mason´s Hall e está lá até os dias de hoje. A lista completa de 1313 até 1804 pode ser vista
AQUI.
Ainda estamos no século XIV. Até 1717 falta um bom caminho, passando por Luteranos, Protestantes, Lollardos, Rosacruzes, Alquimistas, Renascentistas, Cientistas e Reformadores…
No próximo post: A Capela de Rosslyn e a Abadia de Kilwinning

quinta-feira, 12 de outubro de 2017


LANDMARKS
“São consideradas Landmarks as regras de conduta que existem de tempos imemoriais – seja sob a forma de lei escrita ou não escrita, que são essenciais à sociedade MAÇÓNICA, que, na opinião da maioria, são imutáveis, e que todo o Maçon é obrigado a manter intactas, em virtude dos mais solenes e invioláveis compromissos". Esta definição, de John W. Simon, vem no seu livro "Principles of Jurisprudence", e é aceite por todas as Obediências Regulares do Mundo.
Daí os princípios:
· de que um Landmark é irreformável perpetuamente;
· de que nenhum novo Landmark pode ser criado;
· de que, teoricamente, poderia, contudo, ser explicitado;
· de que, mesmo que se concebesse a possibilidade de se reunir numa convenção mundial todos os Maçons regulares do planeta, e que mesmo que essa convenção emitisse um voto unânime, ele seria detido pelas regras acima citadas;
· de que um Landmark não é nenhum símbolo, nem uma alegoria, mas uma regra;
· de que não é, contudo, um dogma, pois é de origem humana;
· de que qualquer um que discorde dessas máximas sai "ipso facto" da verdade Maçónica.
Fonte: GLLP / GLRP  R L Mestre Afonso Domingues

quarta-feira, 11 de outubro de 2017



Ética e Moral: Dois Conceitos de uma mesma Realidade

A confusão que acontece entre as palavras Moral e Ética existe há muitos séculos. A própria etimologia destes termos gera confusão, sendo que Ética vem do grego “ethos” que significa modo de ser, e Moral tem sua origem no latim, que vem de “mores”, significando costumes.
 
Esta confusão pode ser resolvida com o esclarecimento dos dois temas, sendo que Moral é um conjunto de normas que regulam o comportamento do homem em sociedade, e estas normas são adquiridas pela educação, pela tradição e pelo cotidiano. Durkheim explicava Moral como a “ciência dos costumes”, sendo algo anterior a própria sociedade. A Moral tem caráter obrigatório.
 
Já a palavra Ética, Motta (1984) define como um “conjunto de valores que orientam o comportamento do homem em relação aos outros homens na sociedade em que vive, garantindo, outrossim, o bem-estar social”, ou seja, Ética é a forma que o homem deve se comportar no seu meio social.
 
A Moral sempre existiu, pois todo ser humano possui a consciência Moral que o leva a distinguir o bem do mal no contexto em que vive. Surgindo realmente quando o homem passou a fazer parte de agrupamentos, isto é, surgiu nas sociedades primitivas, nas primeiras tribos. A Ética teria surgido com Sócrates, pois se exige maior grau de cultura.
 
Ela investiga e explica as normas morais, pois leva o homem a agir não só por tradição, educação ou hábito, mas principalmente por convicção e inteligência. Vásquez (1998) aponta que a Ética é teórica e reflexiva, enquanto a Moral é eminentemente prática. Uma completa a outra, havendo um inter-relacionamento entre ambas, pois na ação humana, o conhecer e o agir são indissociáveis.
 
Em nome da amizade, deve-se guardar silêncio diante do ato de um traidor? Em situações como esta, os indivíduos se deparam com a necessidade de organizar o seu comportamento por normas que se julgam mais apropriadas ou mais dignas de ser cumpridas. Tais normas são aceitas como obrigatórias, e desta forma, as pessoas compreendem que têm o dever de agir desta ou daquela maneira. Porém o comportamento é o resultado de normas já estabelecidas, não sendo, então, uma decisão natural, pois todo comportamento sofrerá um julgamento. E a diferença prática entre Moral e Ética é que esta é o juiz das morais, assim Ética é uma espécie de legislação do comportamento Moral das pessoas. Mas a função fundamental é a mesma de toda teoria: explorar, esclarecer ou investigar uma determinada realidade.
 
A Moral, afinal, não é somente um ato individual, pois as pessoas são, por natureza, seres sociais, assim percebe-se que a Moral também é um empreendimento social. E esses atos morais, quando realizados por livre participação da pessoa, são aceitas, voluntariamente.
 
Pois assim determina Vasquez (1998) ao citar Moral como um “sistema de normas, princípios e valores, segundo o qual são regulamentadas as relações mútuas entre os indivíduos ou entre estes e a comunidade, de tal maneira que estas normas, dotadas de um caráter histórico e social, sejam acatadas livres e conscientemente, por uma convicção íntima, e não de uma maneira mecânica, externa ou impessoal”.
 
Enfim, Ética e Moral são os maiores valores do homem livre. Ambos significam “respeitar e venerar a vida”. O homem, com seu livre arbítrio, vai formando seu meio ambiente ou o destruindo, ou ele apóia a natureza e suas criaturas ou ele subjuga tudo que pode dominar, e assim ele mesmo se torna no bem ou no mal deste planeta. Deste modo, Ética e a Moral se formam numa mesma realidade.
 
Autor: Renan Bardine
 
 
Nota do Blog:
Segue link da entrevista de Mário Sérgio Cortella sobre o tema:
O que é Ética e Moral – Mário Sérgio Cortella
REFERÊNCIAS BIBLIGRÁFICAS
  1. SILVA, José Cândido da; SUNG, Jung Mo. Conversando sobre ética e sociedade. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
  2. CAMARGO, Marculino. Fundamentos da ética geral e profissional. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
  3. VÁSQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. 18. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.
  4. GUSMÃO, Paulo Dourado de. Introdução à Ciência do Direito. Rio de Janeiro: Forense, 1972.
  5. VENOSA, Sílvio de Salvo. Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Atlas, 2004.
  6. MOTTA, Nair de Souza. Ética e vida profissional. Rio de Janeiro: Âmbito Cultural, 1984.
Fonte: opontodentrodocirculo.wordpress.com

terça-feira, 10 de outubro de 2017


Os dez mandamentos para viver bem com os outros:

 

I - Tenha controle de sua língua. Sempre diga menos do que pensa. Cultive uma voz baixa suave; a maneira de falar, muitas vezes, impressiona mais do que aquilo que se fala. 


II - Pense antes de fazer uma promessa e depois não dê importância do quanto lhe custa. 

III – Nunca deixe passar uma oportunidade para dizer uma palavra meiga e animadora a uma pessoa, ou a respeito dela. 

IV - Tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem-estar, seus lares e famílias. Seja alegre com os que riem e lamente com os que choram. Deixe cada pessoa com quem encontrar sentir que você lhe dispensa importância e atenção. 

V - Seja alegre. Conserve para cima os cantos da boca. Esconda as suas dores, seus desapontamentos e inquietações sob um sorriso. Ria de histórias boas e aprenda a contá-las. 

VI - Conserve a mente aberta para todas as questões da discussão. Investigue, mas não argumente. É marca de ser superior... discordar e ainda conservar a amizade. 

VII - Deixe as suas virtudes falarem por si mesmas e recuse falar das faltas e fraquezas dos outros. Desencoraje murmúrios. Fale coisas boas aos outros. 

VIII - Tenha cuidado com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor não valem a pena e frequentemente magoam quando menos se espera. 

IX - Não faça caso das observações más a seu respeito. Só viva de modo que ninguém acredite nelas. Nervosismo e indignação são causas comuns para maledicência. 

X - Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha paciência, conserve seu temperamento calmo, esqueça de si mesmo e receberá a sua recompensa.

 

(Autor desconhecido)

 

Fonte: "Prof. Gabriel Campos de Oliveira”

segunda-feira, 9 de outubro de 2017


Trabalho, Solidariedade e Esperança

 

O trabalho edifica. A solidariedade aperfeiçoa. A tolerância eleva.

Trabalhando, melhoramos a nós mesmos.

Solidarizando-nos, enriqueceremos o mundo.

Tolerando-nos, engrandeceremos a vida.

Para trabalhar, com êxito, é necessário obedecer a lei.

Para solidarizar-nos, com proveito, é indispensável compreender o bem e cultivá-lo.

Para tolerar-nos, em sentido construtivo, é imprescindível amar.

Em vista disso, o Mestre Divino, há quase dois milênios, afirmou para o mundo:

“Meu Pai trabalha, até hoje, e eu trabalho também.

Estarei convosco até o fim dos séculos.

Amai-vos, uns aos outros, como eu vos amei.”

Trabalhemos, então, construindo.

Solidarizemo-nos, beneficiando.

Toleremo-nos, amando sempre.

Vinculada aos fundamentos divinos, a sublime trilogia de Allan Kardec é plataforma permanente, em nossos círculos doutrinários, constituindo lema substancial que não pode morrer.
 
Emmanuel