sábado, 14 de setembro de 2013

Maçons no Orbe


 

Maçons no Orbe

Charles Evaldo Boller

Existem hoje:

5,5 milhões de maçons espalhados pelos cinco continentes.

7200 milhões de pessoas no orbe.

Isto corresponde a 1300 pessoas não iniciadas para cada maçom.

 



 

Maçons
[Milhões]
%
Local
3,20
58
Estados Unidos da América
1,20
22
Reino Unido
1,10
17
Resto do mundo
0,15
3
Brasil, 4700 lojas

 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

REENCONTRO COM DEUS






 
REENCONTRO COM DEUS



DEUS, passei tanto tempo te procurando, não sabia onde estavas, Olhava para o infinito, não te via, e pensava comigo mesmo:
-Será que tu existe? Não me contentava na busca e prosseguia.
Tentava te encontrar nas religiões e nos templos,Tu também não estavas.
Te busquei através dos sacerdotes e pastores,
Também não te encontrei.
Senti-me só, vazio, desesperado e descri.
E na descrença tropecei.
E no tropeço caí.
E na queda senti-me fraco. Fraco, procurei socorro.
No socorro encontrei amigos; Nos amigos encontrei carinho
No carinho, vi nascer o amor. Com amor, vi um mundo novo. E no mundo novo resolvi viver.
O que recebi, resolvi doar. Doando alguma coisa, muito recebi.
E recebendo, senti-me feliz.
E ao ser feliz encontrei a Paz.
E tendo paz foi que enxerguei
Que dentro de mim é que Tu estavas.
Foi em mim que, sem procurar, EU TE ENCONTREI.

(Autoria: Adélio Neves, e foi extraído do livro Que é Deus? escrito pelo Dr. Eliseu F. da Mota Jr.)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

PAZ EM NÓS










 
Paz em nós - Emmanuel (Chico Xavier)

 

 


PAZ EM NÓS

 

A paz em nós não resulta de circunstâncias externas e sim da nossa tranquilidade de consciência no dever cumprido e é preciso anotar que o dever cumprido é fruto da compreensão.



Compreender significa, na essência, desculpar as pessoas que nos cercam, nas oposições que nos façam e esquecer as ocorrências que nos mostrem adversas, a fim de que nos mantenhamos fiéis à tarefa que se nos indica.



Não te conturbem a censura ou a crítica dos outros no desempenho das obrigações que a vida te assinala, porquanto se aceita os próprios compromissos no bem geral, esses compromissos dizem respeito a ti mesmo e não aos que te observam, nem sempre com lógica e segurança.



Em qualquer atividade edificante, convém lembrar que ideias e palavras, ações e atitudes dos outros pertencem a eles e não a nós.



No critério de reciprocidade, é justo recordar que não nos sé lícito violentar essa ou aquela pessoa com opiniões e medidas tendentes a sufocar lhes a personalidade.



As discussões auxiliam em muitos casos de assuntos obscuros ou de companheiros desinformados, mas servir aos semelhantes, doando-lhes, o melhor de nós, é o argumento decisivo para clarear os agentes de solução a qualquer problema.



Para colaborar no interesse do bem de todos, é imperioso olvidar-nos naquilo que as induções ao egoísmo nos impulsionem a titubear, ante as obrigações que a vida nos traça.



Ainda que todos os elementos exteriores se te revelem contrários à ação que desenvolves, é perfeitamente possível guardar a própria serenidade, desde que saibas entender pessoas e situações, deixando-as onde se coloquem e seguindo para frente com o trabalho que te compete.



A paz em nós — repitamos — nasce da compreensão em serviço e a compreensão em serviço é mantida pela tolerância para com os erros alheios e até pela auto aceitação dos nossos próprios erros, de modo a sabermos corrigi-los sem tumulto e perda de tempo.



Em suma, enquanto não soubermos perdoar, não seremos livres para submeter-nos à prática do bem, segundo as Leis de Deus.

(De “Calma”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)

Colaboração enviada por Devaldo de Souza

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

INTEGRIDADE MORAL, A PEDRA DE TOQUE


 
INTEGRIDADE MORAL, A PEDRA DE TOQUE

 

A prova final da sinceridade e seriedade de uma diretoria é dada pela importância que inflexivelmente atribui à integridade do caráter. É isso, acima de tudo, que devem simbolizar as decisões que a direção toma sobre o seu pessoal. Porque é através do caráter que se exerce a liderança; é o caráter que fixa o exemplo a ser imitado. O caráter não é algo que o diretor possa comprar; se não o trouxer consigo para seu posto, jamais o terá. Não é algo a cujo respeito se possa enganar os outros. Em poucas semanas, a pessoa com quem o diretor trabalha, especialmente as que lhe são subordinadas, saberão se ele possui ou não integridade de caráter. Elas são capazes de perdoar uma série de coisas: a incompetência, a ignorância, a insegurança e até a má educação. Jamais, porém, perdoarão a falta de caráter. Nem perdoarão a administração superior a nomeação de um tipo desses.

A integridade moral pode ser difícil de definir, mas aquilo que constitua uma falta de integridade tão séria que desqualifique alguém para um posto de direção certamente não o é. Quem costuma concentrar-se mais nos defeitos das pessoas do que em suas qualidades não deve ser escolhido para dirigir pessoas. O gerente ou encarregado que sempre sabe dizer exatamente o que as pessoas não são capazes de fazer, mas que nunca enxerga aquilo de que elas são capazes de fazer, estará minando o espírito da sua organização. É claro que todo chefe deve ter uma noção nítida das limitações dos seus subordinados, mas deve encará-las como limitações àquilo que eles possam fazer e como obstáculos a superar. O chefe deve ser realista; e ninguém é menos realista do que a pessoa que não acredita em coisa alguma.

Quem sempre se preocupa mais em apurar “quem é que está certo e quem é que está errado” do que “que é que está certo e que é que está errado” não deve ser nomeado. Colocar o personalismo acima das exigências do serviço é corrupção e corruptor. A pergunta “Quem é que está certo”? Leva as pessoas a evitar o risco, quando não a “fazer política”.

A diretoria não deve elevar a postos de chefia quem colocar a inteligência acima da integridade moral. Isso é imaturidade – e geralmente incurável. Jamais deve promover quem tenha mostrado medo em relação a algum subordinado capacitado. Isso é sinal de fraqueza. Jamais dever colocar em posto de direção alguém que deixe de fixar padrões elevados para a sua própria atuação. Pois isso gerará desprezo pelo trabalho e pela capacidade diretora.

A pessoa pode conhecer-se mal, trabalhar mal, ser desprovida de critério e capacidade, e ainda assim não causar grandes danos como chefe. Porém, ela certamente será perniciosa se não tiver caráter e integridade moral – por maiores que sejam seus conhecimentos, seu brilhantismo e seu êxito. Ela destruirá as pessoas, o recurso mais precioso que a empresa possui. Destruirá o espírito. E destruirá o desempenho.

Isso se aplica de modo especial às pessoas que dirigem as empresas. Porque o espírito da organização é gerado a partir de cima. Se a organização for grande em espírito, será porque o espírito de seus dirigentes é grande. Se ela degenerar, será porque a administração apodrece. Como diz o provérbio, “As árvores morrem de cima para baixo”. Nenhuma pessoa deverá ser designada para ocupar posto de importância se a alta administração não estiver disposta a ver seu caráter sendo tomado para modelo de seus subordinados.

 

DRUCKER, Peter Ferdinand. Introdução à Administração. 3.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. p. 463-465

domingo, 8 de setembro de 2013

A Velhice na MAÇONARIA


 
A VELHICE NA MAÇONARIA

Autoria do Irmão José Luiz Menão

 

Outrora, a velhice era uma dignidade; hoje, ela é um peso.” (Francois Chateaubriand)

 

 

 

Quando fui iniciado, a vida para mim ganhou um novo sentido, pelas novas amizades e pelo ensinamento que recebia nas instruções de meus preceptores. A sessão maçônica era uma coisa extraordinariamente nova e reveladora. Sonhava em crescer na Ordem e ser como aqueles Irmãos mais antigos, pois via neles tanto conhecimento e amizade, meus sábios inspiradores.

Aqueles “velhinhos” eram a porta para meu ingresso no conhecimento e na filosofia da Arte Real.

Para mim, eles viviam num mundo de felicidade e que aquilo era uma herança, que levariam até os dias da velhice.

Esse sentimento inundava o meu espírito de paz e esperança. Jamais poderia pensar que o caminhar dos anos trouxesse consigo mudanças tão importantes.

Parece que a juventude não conhece o segredo para a transmutação e quando a idade avança, somos pegos por uma realidade surpreendente, às vezes desalentadora. A Ordem que servimos por décadas a fio, dispendendo os maiores esforços, nos abandonara na idade senil. Justamente quando estamos mais carentes e fragilizados.

Na América do Norte, os maçons idosos vão para o albergue da Ordem onde vivem em paz e dignamente.

Toco nesse assunto, levando em conta casos de Irmãos que vivem no mais completo abandono maçônico.

Vitimados por uma enfermidade não saem para lugar algum, aprisionados em suas casas. 

Essa realidade é bem diferente dos Templos aconchegantes e das amplas festas e Copos D'Água que um dia frequentaram.

Aquela alegria barulhenta e os abraços fraternos deram lugar ao abandono, ao ostracismo involuntário e ao silêncio cósmico que arrasa seu moral.

Se tivessem a mão amiga de um Irmão, poderia ir à Loja, aos almoços e de novo serem felizes.

A maçonaria, pródiga em ajudar os velhinhos dos asilos profanos, vira a cara para seus próprios membros que nem sempre precisam de apoio pecuniário, apenas de uma visita.

A tentativa de levar Irmãos à casa de um enfermo sempre resulta em fracasso, pois ninguém se interessa.

Os Veneráveis Mestres, esses, nunca vão.

O tempo corre célere e a vida escapa pelos dedos como o mercúrio.

Irmãos, ainda há tempo, embora curto, para amar o próximo, pois o Céu não pode esperar.

Colaboração de Devaldo de Souza

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Só para pensar!


 


 
O ASSASSINO!

 

Um homem foi condenado por assassinato e estava prestes a ser enforcado em seu país. Pouco antes de a sentença ser executada, o carrasco pergunta ao homem se ele desejava falar algumas palavras pela última vez.

Sim (responde ele).

Eu odeio Maçons!

- E por que você odeia Maçons? (pergunta o carrasco).

O homem que eu matei era Maçom. (explica o assassino).

- O Xerife que me caçou era Maçom, o Promotor que pegou o meu caso era Maçom, o Juiz que presidiu o

julgamento era Maçom e Todos os Homens no Júri que me consideraram culpado e disseram que eu deveria ser enforcado eram Maçons!!! (explica o assassino).

- E isto é tudo? - pergunta o carrasco.

Sim. (responde o assassino).

- Então, por favor, avance um passo com seu pé esquerdo.

(determina o Carrasco).

 

 

Colaboração de Devaldo Souza

terça-feira, 3 de setembro de 2013

CADA ROSTO


 
CADA ROSTO


 

Cada rosto é um mistério a ser desvendado.

Ao recordar os dias de sua infância, suspirando, ela ponderou: “Esta vida é um dia, um instante, um sopro.”

 

Ontem, brincávamos; amanhã, onde estaremos?

 

O tempo se encarrega de levar embora o que o destino nos emprestou: a força, a agilidade, a saúde.

 

Com sorte, nos permite manter algo da poesia que na alma levamos.

 

E acerca da poesia, o que sabemos?

 

Uma das maneiras de se compreender o poético é defini-lo como uma quebra da experiência habitual, automatizada, da realidade.

 

Há beleza em tudo. Mas nem todos são capazes de ver.

 

O suave sol da manhã, e todas as possibilidades que cada novo amanhecer descortina.

 

O novo dia que nos convoca a sempre seguirmos adiante, rumo ao melhor de nós mesmos. Acordar antes do Sol, ouvir o silêncio do dia nascendo.

 

E naquela manhã, ao dirigir um olhar amoroso em direção à sua tataraneta, como somente as tataravós sabem cultivar, ela refletiu: “Este mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de um dia ter que partir...” “Por mais que me digam das delícias do céu, se tivesse escolha, aqui ficaria. Contento-me com as delícias da terra...”

 

“Velar o sono da minha tataraneta tão querida, cantar-lhe aos ouvidos canções de ninar. Quão breve, quão bela a vida.”

 

O insondável mistério da fugacidade, da brevidade, da finitude da existência terrena. Breves décadas que num sopro se desmancham, desaparecem. Por sorte, dizem que algo do olhar das gerações que passam no olhar das gerações que sucedem, permanece.

 

Um amor assim tão pungente não há de ser inutilmente. “Recria tua vida sempre, sempre! Remove pedras e planta roseiras. E faz doces.”

Cora Coralina